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O OLHO SECO/IRRITADO E O QUE PODEMOS FAZER

2017-08-03

Na nossa Clínica temos investido muito em equipamento e conhecimento do diagnóstico do olho crónico irritado a que chamamos globalmente de "olho seco".

Este é um dos problemas mais frequentes na oftalmologia e porque normalmente não causa graves perdas de visão acaba por ser menosprezado pelos médicos que receitam a gota A ou B e, não melhorando, a gota lubrificante C.

Os sinais da doença podem englobar no exame erosões mínimas da superfície do olho vistas ao microscópio, alterações singificativas da "qualidade" da lágrima normal que lubrifica o olho a todo o momento e patologia de glândulas situadas nas pálpebras e que contribuem para o nosso bem estar.

Os exames comuns passam pela avaliação da superfície ocular no microscópio do consultório (lâmpada de fenda) a que poderemos associar alguns produtos de coloração como a fluoresceína, verde de lissamina ou mesmo a rosa de bengala.

Para além disso testes como o de "schirmer" podem ser executados com facilidade assim como o "tear break up time" para o qual a clínica dispõe de um aparelho especial (Dry Eye Monitor) que quantifica esta alteração e pode comparar a sua evolução com o tratamento a instituir.

Estudamos também muitas vezes a "osmolaridade" da lágrima natural com um aparelho provavelmente único em Portugal "Tear Lab" que nos permite com altos níveis de segurança diferenciar aquilo que é o olho seco "verdadeiro" do olho seco "por disfunção das glâdulas de meibomiam" que levam a tratamentos completamente diferentes e que, na maior parte dos casos, poderá não ser reconhecida pelo médico.

É óbvio que a própria história do paciente em relação a doenças que possa ter, medicação que habitualmente faz e mesmo o escalão etário poderá ajudar no diagnóstico correto e na instituição de um plano terapêutico adequado.

Há variados tipos de tratamentos, desde simples gotas lubrificantes a sofisticados aparelhos de estimulação lacrimal e das glândulas palpebrais de que esta clínica dispõe (luz pulsada) e de que seremos dos poucos em Portugal.

No fundo e resumindo, mais que tudo é essencial um diagnóstico correto, um plano de tratamentos adequado e UMA EXPLICAÇÃO PRECISA do que se pretende obter e do que o paciente poderá fazer para ajudar na melhoria de um problema que geralmente é crónico e de longa duração.

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