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Cirurgia Lasik - Poupa em óculos ou lentes

2008-04-13 23:17:22



Esta e várias outras questões foram abordadas pelo responsável máximo da Clínica MSN, que ainda deixou algumas pistas, em termos de novidades, relativas aos avanços da medicina em doenças oculares como a retinopatia iabética ou a degenerescência macular elacionada com a idade (DMI).

Que tipo de pessoas procuram a chamada cirurgia Lasik?

“A maioria são de um escalão etário entre os 20 e os 40 anos, embora também apareçam muitas acima deste último valor. Essencialmente, usam óculos ou lentes de contacto para correcção de miopias, astigmatismos ou até hipermetropias e por alguns motivos não conseguem tolerar as lentes e contacto ou estão cansadas dos óculos, dando-lhes mais jeito ver bem sem necessitarem de um apoio como acontecia até aí”.

Pode não haver sucesso nos doentes com elevado grau de dioptrias ou, nesses casos, as melhorias imediatas regredirem?

“Até há pouco tempo, não havia muita discriminação o que respeita ao valor do grau da miopia para se fazer este tipo de cirurgia. Hoje, sabe-se que cirurgias

com miopias acima de 7/8 dioptrias muito dificilmente obterão excelentes resultados, mas não só. É importante saber que no caso de a miopia ser muito elevada, e dado que este laser elimina uma parte de uma camada o olho chamada córnea, e nós formos além daquilo que devemos, poderemos, com efeitos dentro de 10/15 anos, arranjar problemas gravíssimos no olho dessa pessoa. Quem tiver miopias muito elevadas poderá, eventualmente, ver-se livre dos óculos ou lentes de contacto se pensar na hipótese de colocar uma lente no interior do olho. É uma cirurgia também relativamente simples e com bons resultados.”

Será sempre importante falar do pós-operatório. muitas vezes, há a tendência do médico para não referir que a recuperação pode ser, por vezes, bastante dolorosa…

“Nas cirurgias laser há uma técnica cujo nome é PRK – foi muito utilizada antigamente, deixou de o ser e está de volta agora outra vez –, cuja recuperação pode ser muito dolorosa nas primeiras 4 ou 48 horas. É provável que em alguns casos específicos possamos voltar a utilizá-la. De qualquer modo, nos casos normais da técnica

Lasik a recuperação não pode ser dolorosa. Se porventura surgir dor, significa que há um problema e o paciente deverá contactar o médico logo que possível. Noutros casos, aqui nesta clínica o paciente candidato a uma cirurgia destas recebe uma folha com a descrição detalhada e todos os possíveis problemas que podem ocorrer, tanto durante como após a cirurgia. Penso que somos os únicos a utilizar este procedimento, porque acreditamos que um paciente bem informado vai desejar submeter-se à cirurgia, o contrário da tese que defendem alguns colegas meus, os quais consideram que um paciente em informado vai rejeitá-la”.

Estamos a falar de uma cirurgia acessível a pessoas com elevado poder de compra? É comparticipada pelo sistema e subsistemas de saúde?

“Pode ser considerada relativamente cara, se pensarmos que para um doente particular custará esta clínica mil euros por olho. Portanto, à partida ele poderá ter de gastar 2 mil euros. Mas, provavelmente, depois vai poupar, gastando muito menos em óculos ou lentes de contacto, de fizer cálculos a médio/longo prazo. Esta cirurgia

é comparticipada por seguros, como a Multicare, e por convenções como a ADSE e outras, pelo que a percentagem final paga pelo paciente pode ser muito baixa. Sempre foi apanágio esta clínica que nenhum paciente deixe de ser tratado por não dispor de condições financeiras.

Se houver uma pessoa que, por qualquer motivo, não disponha de meios, não é isso que a impedirá de ser operada, porque já o fizemos  continuaremos a fazê-lo”.

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