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Daltonismo

2012-02-16 10:18:00



Isto acontece porque,

na retina, a membrana que cobre a face interna do olho, se encontram as células

foto receptoras, os chamados cones, que permitem a percepção da cor. E esses

cones são precisamente três, cada um sensível a um pigmento: vermelho, verde e

azul.

Num daltónico, um ou

mais dos diferentes tipos de cone não funciona correctamente ou nem sequer

existe, o que impede o cérebro de receber a informação que lhe permite

descodificar a cor associada. Nos casos mais comuns, as pessoas desenvolvem um

sistema de referência próprio, substituindo as tonalidades ausentes por

diferentes tons de cinzento.

O daltonismo pode ser

despistado em idade pré-escolar, aquando da primeira visita ao oftalmologista.

Mas só pelos 10 anos é possível avaliar com maior precisão o défice cromático

da criança. Aliás, aqui radica uma das razões para se fazer o despiste precoce

do daltonismo: acontece que, ignorando ser portadores desta anomalia da visão,

os jovens percorrem um determinado caminho escolar, com destino a uma profissão

que correm o risco de não exercer.

 Uma vez identificada a anomalia, não há

necessidade de qualquer vigilância particular, até porque não interfere nas

outras funções da visão. E porque, por enquanto, não existe qualquer tratamento

que permita restabelecer a percepção normal das cores.

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